“Esse é o problema básico da internet: depende da capacidade de quem a consulta. Sou capaz de distinguir os sites confiáveis de filosofia, mas não os de física. Imagine então um estudante fazendo uma pesquisa sobre a Segunda Guerra Mundial: será ele capaz de escolher o site correto?”

“O livro, para mim, é como uma colher, um machado, uma tesoura, esse tipo de objeto que, uma vez inventado, não muda jamais. Continua o mesmo e é difícil de ser substituído. O livro ainda é o meio mais fácil de transportar informação. Os eletrônicos chegaram, mas percebemos que sua vida útil não passa de dez anos.”

Essas frases foram retiradas de um artigo disponível no site do Observatório da Imprensa e são de autoria do italiano Umberto Eco.

Nele, o semiólogo, ensaísta e escritor conversa com o Estado de S. Paulo sobre a obra Não contem com o Fim do Livro, no qual apresenta opiniões e argumentos de como a obra de papel não será substituída pelo produto eletrônico.

Leia o artigo completo no site do Observatório da Imprensa.

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