“Pesquisa feita pela Companhia de Medição Online do Reino Unido (Ukom, sigla em inglês) revelou que os britânicos gastaram cerca de 884 milhões de horas acessando redes sociais no mês de abril. Cerca de 22, 7% das navegações pela web foram feitas em sites de relacionamentos, e 2, 7% em páginas de conteúdo pornográfico.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, outros estudos também revelaram que as visitas dos internautas às redes sociais superam o acesso a sites pornográficos. O portal Online Schools, especializado em infográficos sobre dados disponíveis na web, publicou que sites de encontros, por exemplo, chegam a movimentar US$ 1, 5 bilhão por ano.

Para o analista de mídia do instituto Ibope Nielsen Online, José Calazans, a navegação em sites pornográficos não foi prejudicada pelo aumento da popularidade das mídias sociais. Porém, o crescimento do consumo de vídeo teria diminuído a média de páginas abertas. Segundo o Ibope, 30% dos brasileiros continuam acessando sites de conteúdo adulto.

Rodrigo Nemj, da ONG Safernet Brasil, lembrou que o acesso a conteúdo pornográfico também pode ser feito através das redes sociais, uma vez que elas podem ser criadas para explorar o tema”.

Do Portal Imprensa

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